quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Google põe compras coletivas em sua home

São Francisco - O Google promoveu uma oferta de compra coletiva em sua página principal nesta quarta-feira, um raro momento em que a empresa usou o estimado local para publicidade.

O Google, maior mecanismo de buscas online, lançou um serviço de compras coletivas em algumas cidades dos Estados Unidos mais cedo neste ano, em uma estratégia para combater a crescente influência do Groupon.

A atitude sinaliza uma escalada na competição entre Google e Groupon, conforme as duas companhias miram receita de publicidade vinda de negócios locais como restaurantes e lojas.

Curtos dizeres publicitários abaixo da famosa página do Google ofereciam a visitantes nesta quarta-feira entradas para o Museu Norte-Americano de História Natural, em Nova York, de 25 por 5 dólares.


O Google resistiu em usar sua página principal para anúncios no passado, exceto para promover ocasionalmente produtos próprios como o navegador Chrome.

A empresa gerou 96 por cento de sua receita --de cerca de 29 bilhões de dólares no ano passado-- por meio de publicidade. A maior parte dela vem de anúncios que aparecem ao lado de resultados de buscas.
O Google não estava imediatamente disponível para comentar o assunto.

Google libera versão offline do Gmail e Docs

 
 
São Paulo – O Google anunciou hoje um novo aplicativo web para o Gmail e atualizações para o Calendário e Docs, que permitirão o acesso offline dos utilitários.

Para utilizar o Gmail offline, porém, é necessário instalar um aplicativo para o Chrome através da Chrome Web Store.

Este aplicativo foi desenvolvido para permitir o acesso, gerenciamento e envio de e-mails enquanto estiver desconectado da internet. A ferramenta foi desenvolvida com base nos padrões HTML5, que fornece capacidades de trabalhar offline.

O aplicativo, inclusive, é baseado na versão HTML5 do Gmail para tablets. O programa foca nas principais funções que os usuários precisam acessar enquanto estiverem offline (gerenciamento, arquivamento e responder e-mails), porém não dará acesso às ferramentas do Gmail Labs.

Além do Gmail, o Google também liberou o acesso offline ao Calendário e Docs. A função, disponível através do clique no ícone do programa no topo da página do Google, permite visualizar eventos e confirmar presença em reuniões no Calendário e visualizar documentos no Docs.

A edição offline de documentos não está disponível ainda, mas o Google afirma que pretende desenvolver essa capacidade. O problema principal para ativar essa função seria conseguir fazer com que as edições feitas offline não sejam ignoradas pelas edições feitas online.

Porém, não será possível utilizar a função offline sem o navegador Chrome, mas o Google afirma que em breve lançará a ferramenta para outros browsers assim que eles começarem a dar suporte a esta funcionalidade.

WikiLeaks sofre ataque hacker

 
 
Washington  - O WikiLeaks informou que seu site sofreu um ataque de hackers na noite de terça-feira, enquanto a organização continua a postar milhares de documentos diplomáticos norte-americanos inéditos, alguns dos quais ainda considerados sigilosos.

"O WikiLeaks.org está sob ataque no momento", afirmava uma mensagem da organização pelo Twitter, em uma página que se acredita ser controlada por Julian Assange, o controvertido australiano que fundou e dirige a organização de denúncias.

O WikiLeaks posteriormente descreveu o problema como um "ciberataque". Em mensagem posterior no Twitter, a organização informou que o site estava funcionando de novo, embora alguns usuários continuassem a enfrentar problemas de acesso.

Os documentos norte-americanos os quais o site está divulgando parecem fazer parte de um acervo de 250 mil mensagens do Departamento de Estado norte-americano "vazados" para o grupo. O WikiLeaks começou a postar os documentos em lotes pequenos no final do ano passado, mas que até o momento os vinha divulgando aos poucos.

Diversas organizações noticiosas de todo o mundo, entre as quais a Reuters, dispõem do acervo completo dos documentos já há meses. Mas, em sua maioria, os veículos de mídia só citaram ou divulgaram tais documentos ao publicar notícias ou artigos investigativos específicos baseados diretamente neles.

Uma pessoa que tem contato com os colegas mais próximos de Assange disse à Reuters recentemente que os ativistas da organização estavam decepcionados com a perda de interesse dos veículos noticiosos em publicar reportagens sobre o material, e que isso explicava a decisão de postar os documentos em lotes muito maiores.

A fonte descreveu Assange e seus associados como "frustrados" com a falta de interesse da mídia.

No ano passado, o WikiLeaks e Assange foram celebrados depois de divulgar os documentos do Departamento de Estado, dezenas de milhares de outros arquivos secretos norte-americanos e um vídeo sigiloso sobre uma controversa operação militar norte-americana no Iraque.

Mas o interesse do público pelo material do WikiLeaks caiu, depois disso. A organização pode ter sofrido com a publicidade negativa relacionada à fuga de Assange para o Reino Unido depois de ser acusado de delitos sexuais na Suécia, e com a prolongada disputa judicial quanto a um pedido sueco de extradição.
Assange, que nega quaisquer delitos, também se desentendeu publicamente com ex-colegas.

Uma pessoa próxima a ele disse que um tribunal britânico de recursos decidirá no começo de setembro quanto ao apelo de Assange contra o pedido da Suécia por sua extradição. A fonte não está ciente de qualquer conexão entre a divulgação do último lote de documentos e a expectativa de uma decisão judicial.

Nova geração do iPad deve chegar no início de 2012


A Apple planeja iniciar a produção da próxima geração do iPad em outubro com vistas ao lançamento no início de 2012, informou o Wall Street Journal nesta sexta-feira. Citando "pessoas próximas à situação", o jornal afirma que a Apple está trabalhando com fornecedores de componentes e sua montadora na Ásia, além de já ter encomendado componentes importantes como displays e chips.

A espectativa é que a próxima geração do iPad tenha display de alta resolução comparada ao display de 2048 por 1536 pixel do iPad 2.

O jornal citou um fornecedor não identificado da Apple, que disse que a empresa realizou encomendas de componentes para cerca de 1,5 milhão de iPads 3 no quarto trimestre.

A Apple compra componentes para o iPad da Ásia e monta o tablet na empresa taiwanesa Hon Hai Precision Industry Co.

A empresa vendeu 9,25 milhões de iPads no último trimestre.

Fonte: Pernambuco.com

14 sites e 5 Twitters que divulgam vagas


São Paulo –O Sítio da INFO criou uma lista de sites que podem ajudar os profissionais que estão à procura de um novo emprego.

Muitas vezes, divulgar e buscar por vagas em sites especializados é uma opção gratuita e ágil. Além dos sites, alguns perfis no Twitter também reúnem oportunidades em diversas áreas.
 
Já as empresas de recrutamento arquivam o currículo e entram em contato com o profissional se houver uma vaga compatível com o perfil. Algumas opções de empresas de recrutamento são a Michael Page, Robert Half, Page Personnel, Grupo Foco e Vagas Tecnologia. Veja abaixo a lista:

Apinfo – O APinfo reúne vagas para profissionais da área de informática. O candidato não precisa cadastrar o currículo para ter acesso aos dados do responsável pela vaga.

Banco Nacional de Empregos – Suporte em questões trabalhistas, aproximadamente 71 mil vagas cadastradas e pesquisas salariais.

Catho - Segundo a empresa, o site conta com mais de 200 mil vagas de emprego e um banco de dados com mais de 240 mil currículos.

Central de Concursos – O site reúne vagas de concursos públicos e divulga lista de aprovados, cursos e notícias.

Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) – O CIEE é um portal que divulga vagas de estágio e faz a integração entre escola, aluno e empresa. O site diz possuir 8.807 vagas e 25.393 empresas cadastradas.

Curriculum – Segundo a Curriculum, o site possui mais de 555 mil vagas de emprego em 106.771 empresas cadastradas.

Empregos.com.br - O serviço é pago, mas permite testar o serviço por 10 dias gratuitamente. Segundo a empresa, o site possui 153.441 vagas.

Job Rápido – O site funciona como um buscador de vagas. Ele possui integração com diversos sites e filtros por cargo ou cidade. Há também a possibilidade de cadastrar um endereço de e-mail para receber as novas vagas da área pretendida.

Manager On Line – Segundo o Manager, o site possui um banco de dados com 44 mil vagas para as áreas de informática, TI e internet.

Monster – O Monster permite buscar vagas por nome da empresa, categoria ou localização. Além do site, a empresa possui perfil em redes sociais, como Facebook e Twitter.

Nube - O site do Núcleo Brasileiro de Estágios reúne dicas para elaborar o currículo, cursos e painel de vagas em diversas áreas. Segundo o Nube, a meta é identificar, selecionar e qualificar estudantes para integrá-los aos programas de estágios e aprendiz oferecidos pelas empresas.

Profissionais de TI - O portal recebe o material enviado por colaboradores. O site é voltado para profissionais da área de TI, mas também possui cronograma de eventos, artigos e notícias.

Sistema UCN de Gerenciamento de Currículos - Ao cadastrar os dados pessoais no UCN, o currículo poderá ser acessado pelas empresas que possuem acordo com o site. Além disso, os mesmos dados são divulgados no site Curriculum.com.br automaticamente.

UOL Empregos – Até o fechamento desta matéria, o site possuía 8.275 vagas de emprego relacionadas à área de TI. Ao todo, o UOL diz possuir mais de 170 mil vagas para diversas áreas. O serviço é pago.

Os candidatos também podem usar as redes sociais para divulgar suas qualificações profissionais. Algumas opções são os sites LinkedIn, Indica, Eacademy e o aplicativo para Facebook chamado BeKnown, criado pelo site Monster.

Segundo uma pesquisa da consultoria Michael Page divulgada em abril deste ano, 65% dos profissionais com idade entre 26 e 30 anos preferem as redes sociais e os sites para procurar informações sobre oportunidades de carreira.

Twitter

Alguns perfis no Twitter dedicam-se à publicação de vagas. Confira abaixo cinco contas:

@abrilrecruta – O perfil divulga as oportunidades do Grupo Abril, além de interagir com os candidatos.

@EmpregaTI - O perfil possui 3.319 seguidores e divulga vagas relacionadas a TI, além de notícias e
concursos.

@job_ti – A Curriculum criou este perfil para divulgar somente vagas relacionadas a TI.

@tramposTI – Este perfil possui 15.209 seguidores e, assim como os outros, também divulga vagas na área de TI.

@vagasnaweb – Vagas para webdesigners, web developers, programadores e outras áreas relacionadas. O perfil possui, aproximadamente, 18 mil seguidores.

Extensão para Firefox protege usuário de phishing no Facebook


Facebook Phishing Protector é uma extensão para o Firefox capaz de proteger o usuário de possíveis roubos de dados virtuais. Portanto, funciona como uma proteção adicional ao phishing, o qual também costuma acontecer em redes sociais.


O complemento funciona de forma silenciosa. Isso se deve ao fato do objetivo do Facebook Phishing Protector consistir em apenas avisar ao usuário possíveis atividades estranhas detectadas durante o uso da rede social.

Então, quando alguma tentativa de ataque ou requisição das credencias do usuário acontecer, o complemento manda um aviso. Porém, o complemento ainda está em processo de desenvolvimento. É provável que algumas funcionalidades ainda sejam adicionadas ao Facebook Phishing Protector.

Baixe o Facebook Phishing Protector  pelo Downloads INFO.

Rede 4G no Brasil só deve chegar em 2013



São Paulo - O aumento no consumo de dados pelos brasileiros pode acelerar a implementação de conexões banda larga móveis de alta velocidade no país. Porém, com muitas cidades ainda enfrentando problemas com o atual 3G, a evolução natural à tecnologia 4G deverá levar alguns anos para chegar ao Brasil.

Segundo dados da consultoria Teleco, as operadoras ainda adotam estratégias diferenciadas na implementação do 3G no Brasil. A Vivo é que a mais investe na expansão dessa tecnologia e oferece cobertura em 1448 cidades brasileiras. Em contrapartida, suas principais concorrentes, Claro (cobertura 3G em 411 municípios), TIM (250 municípios) e Oi (211 municípios), apresentam melhor desempenho em capitais e grandes cidades.

A expectativa média do mercado telecon é que a realização de eventos de grande porte no país, como a Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas do Rio em 2016, acelere os investimentos das teles em redes móveis de quarta geração.

Para isso acontecer, no entanto, será necessário que a Anatel, agência que regula o setor, determine quais faixas de frequência poderão ser exploradas pelo 4G. Projetos de redes móveis no padrão LTE (Long Term Evolution) e com tecnologia WiMAX, ambos chamados de 4G, ainda aguardam a definição de regras pela Anatel, como por exemplo a liberação de novas faixas de frequência.

Segundo a agência, um leilão de faixas de 2,5GHz (que serão utilizadas para projetos de 4G) será realizado em abril de 2012. Se confirmada a data, as operadoras precisariam de pelo menos seis meses para iniciar a construção de redes 4G no país.

Para a maior parte dos especialistas, a tecnologia LTE aparece como a melhor opção para as operadoras, pois é considerada a evolução natural do 3G, exige menor volume de investimentos e pode trabalhar em uma faixa de frequência (2,5GHz), mais baixa que o WiMax (3,5GHz), o que garante um espectro maior para as teles.

Já a tecnologia WiMAX deveria ser implementada em faixas de 3,5 GHz, o que gerou reclamações das emissoras de TV. As redes de televisão reclamam que o uso dessa faixa causará interferência em antenas parabólicas.

“A operação dos sistemas de banda larga WiMAX teria um altíssimo potencial de interferências sobre a recepção por parabólicas em banda C, tanto as profissionais, como as domésticas. No Brasil há milhões de pessoas que têm na parabólica em banda C sua única forma de ver TV, e elas seriam as mais prejudicadas. Entretanto, agora que a Anatel já dispõe de relatórios que demonstram esse problema (interferência), ela certamente tomará as devidas providências para garantir que ele [leilão] não se concretize”, afirma Liliana Nakonechnyj, diretora de Engenharia de Transmissão e Afiliadas da Rede Globo.


Essa informação, no entanto, é contestada pelos promotores da tecnologia WiMAX, como a Intel. Para a desenvolvedora, as TVs devem investir mais em transmissão digital e em redes analógicas de qualidade, dispensando os consumidores de precisar recorrer a uma parabólica para ver TV aberta, algo que deveria ser grátis. A Intel afirma ainda que há no Brasil um risco de “apagão de dados” caso novos leilões de faixas de frequências não aconteçam, privilegiando o interesse das TVs em detrimento da banda larga.

Apesar das pequenas diferenças técnicas entre o LTE e o WiMAX, como por exemplo as taxas de upload e download, esses não são os aspectos decisivos para as operadoras. O que pesa para essas empresas é o modelo de negócios mais viável.

“A indústria tradicional de celulares que apoia o LTE quer assegurar seus lucros. Os novos participantes que optam pelo WiMAX querem espaço para negociar em um ambiente mais aberto. “É notável que o WiMAX tem mais tempo de mercado que o LTE. Uma prova disso é que há mais de 500 implementações desta rede em todo o mundo. Devido ao modelo de negócios, no entanto, a maioria das operadoras em todo o mundo está optando pelo LTE”, explica Carlos Cordeiro, membro sênior do IEEE (Institute of Electrical and Electronic Engineers).

Na prática, fabricantes que desenvolvem tablets e smartphones compatíveis com LTE pressionam pela popularização dessa tecnologia, enquanto fabricantes de produtos no padrão WiMax, como Intel e Motorola, se esforçam para emplacar este tipo de rede.

De qualquer forma, o uso dessas tecnologias exigirá  a implementação de toda uma nova infraestrutura de rede, o que poderá levar tempo para ser feito. Isto ocorre porque o 3G tradicional possui uma estrutura de voz e dados (em velocidades de até 7 Mbps) totalmente distintos do 4G, que exige uma topologia
multimídia e de entretenimento distantas para alcançar velocidades  de até 100 Mbps. Ou seja, é preciso trocar praticamente todos os equipamentos de uma rede 3G para fazê-la funcionar nos padrões do 4G.

E esse poderá ser o principal empecilho para uma larga adoção do 4G no Brasil, se considerarmos que a rede 3G, que existe desde 2008, tem apenas 14% de penetração no país. Embora ainda esteja dentro da média continental (a América Latina tem uma penetração média de 10%), na Europa, por exemplo, as taxas são superiores a 20%, dependendo do país, segundo dados da consultoria 4G Américas.

“Achamos que para o Brasil poder pensar em 4G é preciso que as operadoras comecem, antes, a implementar o HSPA+, porque a mesma rede de transmissão de backhaul utilizada pelo LTE é necessária para o HSPA+. Isto ajudaria na transição para o 4G quando o leilão da Anatel fosse promovido”, afirmou Erasmo Rojas, diretor da 4G Américas para a América Latina e Caribe. Na prática, o diretor propõe que as teles já iniciem o investimento em uma tecnologia intermediária (o HSPA+), ficando aptas a migrar para o 4G.

Backhaul é o nome que os engenheiros de telecon são à porção de uma rede hierárquica de telecomunicações responsável por fazer a ligação entre o núcleo da rede, ou backbone, e as subredes periféricas. Por exemplo, em uma rede de telefonia celular, enquanto uma única torre de célula constitui a subrede local, a conexão dessa torre ao restante do mundo é feita por um link backhaul ao núcleo da rede da companhia telefônica.

O upgrade do atual 3G para o HSPA+ seria ideal para operadoras que já utilizam o padrão WCDMA, afinal são tecnologia compatíveis. A utilização do HPSA+ exigiria uma capacidade adicional na rede backhaul (pois a tecnologia trabalha com velocidade de até 21 Mbps), mas já seria possível tirar proveito desta melhoria em telefones compatíveis com 3G.

No Brasil, a Vivo é a única operadora que possui rede 3G 100% compatível com HSPA+ e afirma que pretende expandir essa rede para até 2832 cidades ainda este ano (cerca de 85% do território nacional). Mas, segundo a empresa, o principal problema para essa expansão é a ampliação do backhaul atual, o que também é um empecilho para o 4G.

“Estamos reforçando esse backhaul nas cidades e também toda a parte do backbone nacional, inclusive com a parceria das outras operadoras, com a ampliação da rede de fibra óptica, para permitir trazer todo o tráfego de dados até os principais pontos de interconexão de saída de internet. E essa mesma base utilizada para o 3G também servirá ao 4G, que terá de ter um reforço maior de capacidade, mas a estrutura da rede já está sendo preparada para esta demanda”, afirma Leonardo Capdeville, Diretor de Tecnologia e Planejamento da Vivo.

Além disso, outro problema para uma larga expansão do 4G no país é a falta de aparelhos compatíveis com esta tecnologia. O único modelo disponível no Brasil com estas características é o Motorola Atrix, porém devido a falta de regulamentações desta tecnologia por aqui, o smartphone não está habilitado para conectar-se ao LTE.

De acordo com os especialistas, em 2013, quando teriam início os investimentos no 4G, as primeiras cidades a receber essa infraestrutura seriam as principais capitais e subsedes da Copa do Mundo, pois esta é a estratégia do governo e das operadoras em sanar os gargalos com transmissão de dados já encontrados em muitos desses locais onde o 3G já não dá mais conta.

“Acredito que, assim como aconteceu nos Estados Unidos, inicialmente o 4G vai ser usado mais nos pequenos modems para desafogar a rede 3G.  Primeiro, as pessoas compram modems 4G para usar em seus notebooks. Só depois é que começam a se popularizar smartphones compatíveis com a nova tecnologia”, afirma Eduardo Tude, presidente da Teleco.

Assim como os aeroportos, as estradas e os projetos de mobilidade urbana, as redes 4G seguem em compasso de espera da Copa.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Tablet da Lenovo chega por R$ 1,7 mil

São Paulo - O tablet Lenovo ThinkPad finalmente chega ao Brasil, após ser anunciado em julho deste ano. O valor sugerido pela empresa é de R$ 1.699.

O ThinkPad já está disponível nos principais canais de venda da Lenovo no país e o preço poderá variar dependendo da região.

O ThinkPad conta com tela capacitiva de 10,1 polegadas (1.280 por 800 pixels) com tecnologia Gorila Glass (resistente a riscos), saída mini-HDMI, 3G, Wi-Fi, micro-USB e processador Nvidia Tegra 2, com dois núcleos de 1 GHz.

O aparelho vem com o sistema Android Honeycomb (3.1) embarcado, 1GB de memória RAM e armazenamento em SSD nas opções 16GB, 32GB ou 64GB.

O grande diferencial do ThinkPad Tablet é a criptografia de dados em AES 128-bits e software de segurança para empresas da Symantec e proteção contra roubos da McAfee.

Tablet da Asus é o mais completo



Não foi à toa que o Eee Pad Transformer TF101, da Asus, virou o tablet com sistema Android mais vendido no mundo, com estimadas 400 mil unidades distribuídas em junho. Com processador de dois núcleos e tela de 10,1 polegadas, ele é um dos raros modelos de primeira linha com preço inferior ao do iPad 2 mais simples (lá fora, a diferença é de 100 dólares). Com a ajuda de uma dock se transforma num netbook. O Transformer tem leitor de cartão microSD, câmeras de 1,2 MP e 5 MP para filmar em 720p, saída miniHDMI e apps para editar documentos do Office e acessar arquivos armazenados remotamente. Mas a falta de conexão 3G faz do Wi-Fi o único caminho para acessar a internet. Foi muito boa a experiência de uso no INFOlab durante a navegação na web, em sites com Flash, no trabalho, com aplicativos, e para jogar. A reprodução de vídeos em MPEG-4 em alta definição otimizados para tablets é suave. Bem diferente dos engasgos verificados na execução de arquivos em 720p e 1080p em outros formatos. O fôlego da bateria em uso intenso também deixou a desejar.

Mas as escassas 5 horas e 44 minutos de bateria do Eee Pad Transformer podem ser complementadas pela bateria interna da dock Eee Station, que chega no país em Setembro. Ela acrescenta mais 4 horas e 62 minutos a essa conta. O conjunto acaba superando até mesmo a marca de 7 horas e 23 minutos do iPad 2.

Dar sobrevida ao tablet é apenas uma faceta secundária da dock. Com suas teclas em espaçadas e em formato de chiclete, ela permite uma digitação confortável e menos suscetível a erros do que a da maioria dos netbooks. Além dos tradicionais botões de multimídia, há teclas dedicadas para o Android: “Home”, “Buscar” e “Voltar”. O único inconveniente do layout do teclado é a tecla Shift, que é apenas sutilmente maior que as outras teclas. Mesmo não havendo qualquer restrição ao uso do touchscreen em conjunto com a dock, a Asus felizmente não deixou de incluir um trackpad com botão. Uma pena que alguns jogos ainda não estão adaptados ao uso da Eee Station.



Outro aspecto bem legal da dock é o grupo de conexões que ela traz consigo: duas USB 2.0, e um leitor de cartão MMC, SD e SDHC. As portas USB são especialmente interessantes porque aceitam periféricos como mouse, teclado e HDs externos. Por outro lado, nenhuma impressora do INFOlab foi reconhecida pelo tablet. Também houve um problema no sistema operacional quando tentamos transferir um conjunto de arquivos de mais de 3 GB. Nesse caso, o Android reiniciou sozinho, mas as transferências funcionaram normalmente no geral.

Optimus Prime não se decepcionaria com a configuração do Eee Pad Transformer. Ele utiliza a APU Tegra II da Nvidia, que combina o processador dual core ARM Cortex-A9 (1 GHz) com uma unidade de processamento gráfico que utiliza a arquitetura da GeForce. O Transformer também manda bem na memória, com 1 GB de RAM e 16 GB de capacidade interna. Se considerarmos os dois slots de cartão (um no corpo do tablet, outro na dock), memória interna poderia ser expandida até 80 GB, número muito alto para um tablet.

Mesmo com o reforço de todos esses zeros, é possível perceber um leve atraso na passagem de tela da área de trabalho. Não que a experiência do Android 3.1 Honeycomb seja muito prejudicada por isso. A navegação pela internet é fluida e o aparelho se dá bem com flash. Essa versão do sistema operacional da Google conta com algumas melhorias, como uma UI mais adaptadas a resoluções maiores.

Alguns dos aplicativos pré-instalados no Transformer são: o aplicativo de DLNA com player embutido MyNet; o MyCloud, que permite compartilhar arquivos de mídia a partir de um servidor na nuvem; e o e-reader MyLibrary, que possibilita a compra de livros na loja Asus@Vibe. O essencial Polaris Office também marca sua presença para visualizar e editar arquivos do pacote Office.



Entre os aplicativos para Windows que vêm no pacote PC Suite, um dos mais legais é o MyDesktop. Quando instalado ele permite utilizar o tablet para controlar o PC remotamente via rede. Semelhante a um VNC, o PC Suite mantém a conexão protegida por uma senha.

Sem a Eee Station, o rol de conexões desse tablete se reduz a uma conexão proprietária, um slot de cartão microSD, um P2 para fones e uma saída de vídeo e áudio miniHDMI 1.3. A conexão proprietária serve ao duplo propósito de ligar a dock ao tablet e de interagir com portas USB por meio de um cabo. Restringir a interface USB dessa maneira é um pouco frustrante, mas não deixa de ser uma solução razoável para o problema da conexão da dock. Já a miniHDMI 1.3 está de bom tamanho para um tablet e constitui um tremendo ponto positivo no quesito entretenimento. A ausência de 3G é talvez o ponto mais fraco desse tablet.

É verdade que a as câmeras frontal (de 1,2 MP) e traseira (de 5MP) têm uma resolução boa, mas as imagens que elas produzem não atendem às expectativas. Tanto as filmagens quanto as fotos saem um tanto embaçadas e privadas de detalhamento. As câmeras do Transformer não vão muito além da sua função de instrumentos de vídeo conferência.

Por outro lado, a tela de 10,1 polegadas é uma fatia respeitável de tecnologia. Além de possuir uma resolução excelente de 1280 x 800, ela utiliza cristal líquido em IPS, o que garante um amplo ^angulo de visão de 178 graus. Seu ‘único ponto fraco ‘e o fato de não ser oleofóbica, juntando marcas de dedos.

Quando se fala em partes removíveis como a Eee Station, logo se levanta a questão da durabilidade do produto. Felizmente, essa não ‘e uma grande preocupação para o usuário do Transformer. Duas travas de metal fixam o tablet na base com segurança e pode-se até mesmo erguer o aparelho pela tela sem correr o risco de desconectá-lo.